quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Vazante: Uma cidade sem bueiros

Fotos de Valdir Borges e Tiago Batuki: Chuva em Vazante na manhã de quarta-feira 12/11/14
Muito incomoda aos moradores de Vazante o período de estiagem vivido desde o fechamento da temporada de chuvas no início do ano. Muito alegram os vazantinos com os primeiros chuviscos de outubro, mas também os preocupam pelas surpresas que as fortes chuvas que começaram a cair, podem trazer. Dos principais problemas iminentes destacam-se as incidências de Dolinas no Bairro Vazante Sul e os riscos de desabamento de residências edificadas à beira do grotão. Mas a atenção deve ser redobrada para outro conjunto de problemas que disfarçadamente incomoda principalmente os moradores das regiões mais baixas. O acúmulo de lixo, entulhos e material de construção que a água das chuvas arrasta. Os moradores mais afetados são os instalados no final das avenidas e ruas que desembocam para as margens do Córrego da Pamplona. 
Se a cidade fosse planejada certamente teria este problema resolvido, mas como nenhum de seus governantes atentou em amenizar o problema ele se torna cada dia maior. Sarjetas ou “bocas-de-lobo” que captariam água das chuvas praticamente não existem nem na cidade velha, nem no centro e pior, nem nos novos bairros que crescem vertiginosamente em Vazante. Até que um administrador queira e tenha recursos para construir bueiros e a rede fluvial da cidade resolvendo assim o problema, os “ribeirinhos” continuarão sofrendo com horríveis problemas em suas casas. Há quem nem goste de lembrar que quando chove os entulhos entopem a rede e faz o esgoto retornar para dentro de suas casas. Imagine a cena, Imagine a mau cheiro...

5 comentários:

  1. Como o próprio redator escreveu,"Se a cidade fosse planejada" isso não ocorreria. Portanto, é um problema histórico. É curioso que somente agora esse assunto veio à tona, pois, durante doze anos (antes de 2013) nunca tinha sido falado.

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  2. mani19642009@hotmail12 de novembro de 2014 17:03

    E porque não Agora? Não importa se o problema é recente ou histórico, quem detém o poder tem a responsabilidade de sanar o problema.

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  3. A cidade tem 60 anos de emancipação, ou seja, a "responsabilidade" já passou em muitas mãos. Será que precisa de quantos anos pra resolver o problema? 12 anos não foram suficientes? Será que é barato? Quanto custaria para o povo? Por que os prefeitos anteriores nunca fizeram esse trabalho? Por que o jornal nunca falou isso antes? Será que o jornal escondeu a informação antes e só resolveu publicar agora por interesses políticos (porque é financiado pela oposição)? São muitos questionamentos, e merecidos...

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  4. Desculpe senhor "ANÔNIMO" mas falta-lhe informações, que fazemos questão de apresentar. O projeto Jornal DeFato iniciou-se em Maio de 2013 e teve sua primeira publicação (EDIÇÃO 01) circulando a partir de 20 de junho de 2013. Não respondemos por qualquer outro impresso anterior. o Jornal DeFato nasceu e se consolida primeiro pela lacuna existente de um veículo de comunicação que prive pelo Jornalismo Independente, por isso não temos CONTRATO com nenhum tipo de governo ou grupo político do município. Da Redação.

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  5. mani19642009@hotmail.com15 de novembro de 2014 13:25

    Porque as administrações anteriores não fizeram, não exime a responsabilidade da atual fazer, levando em consideração que quem mais sofre com o problema é a população desprovida de poder aquisitivo. A execução destas obras é uma forma de respeito para com essas pessoas e nós, pessoas mais esclarecidas, temos o dever de lutar por aquelas que não sabem exercer a cidadania ou que por um motivo ou outro não "podem" e todos nós sabemos disso. Parabéns ao Jornal de Fato, que vem divulgando os problemas da cidade, os quais os detentores do poder tem feito vistas grossas.

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