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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Exportações superam importações em mais de R$ 2 bilhões

As exportações superaram as exportações pela primeira vez no ano ao longo da segunda semana do mês de junho, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (15), pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).
Na semana passada, a balança comercial registrou saldo positivo de R$ 2,1 bilhões (US$ 678 milhões), resultado de exportações no valor de R$ 14,2 bilhões (US$ 4,588 bilhões) e importações de R$ 12,1 bilhões (US$ 3,910 bilhões). No ano, as exportações somam R$ 260 bilhões (US$ 83,950 bilhões) e as importações, R$ 259 bilhões (US$ 83,601 bilhões), com saldo positivo de R$ 1 bilhão (US$ 349 milhões). Em 2015 até a semana passada, a balança estava no vermelho, acumulando saldo negativo de R$ 1 bilhão (US$ 329 milhões).
Maio - Ao longo do mês de maio, a balança comercial brasileira teve o melhor resultado para o mês em três anos, com exportações maiores que importações de R$ 8,7 bilhões (US$ 2,761 bilhões). O maior para o mês desde maio de 2012 teve como referência R$ 53,2 bilhões (US$ 16,769 bilhões) em exportações e R$ 44,4 bilhões (US$ 14 bilhões) em importações. O mês também somou o maior resultado para a balança desde o início de 2015.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Jean Vidraceiro é eleito presidente da CDL



O empresário Jean Caixeta Silva, 37 anos “Jean Vidraceiro” foi eleito diretor-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas - CDL Vazante para uma gestão de três anos - 2015/2016. 
O novo gestor e proprietário da empresa Vidraçaria Vidrolelo foi aclamado, uma vez que existia apenas uma chapa inscrita. 
A nova diretoria é composta também por Taís Cristina, vice-presidente e Orlí Rodrigues da Silva, diretor-financeiro. 
A diretoria eleita deverá tomar posse após a Festa da Lapa, no mês de maio.

quarta-feira, 18 de março de 2015

ICMS sobre etanol cai de 19% para 14% em Minas


Entra em vigor nesta quarta-feira (18/3) a queda do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre o etanol em Minas Gerais. A redução da alíquota de 19% para 14% integra o conjunto de medidas tributárias de incentivo ao consumo de combustível de fontes renováveis. Segundo o Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool (Siamig), com a nova tributação, o litro do etanol hidratado, usado diretamente no tanque dos veículos, pode sofrer redução de R$ 0,12 até R$ 0,27. A expectativa é que a iniciativa dê maior competitividade ao combustível derivado da cana-de-açúcar produzido nas usinas do Estado. "Com a medida, o setor passa a ter condições de aumentar a produção e a geração de empregos. Agora, podemos esperar mais investimentos da indústria sucroalcooleira", vislumbra o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Altamir Rôso. "A mudança vai impactar diretamente toda a cadeia produtiva, que é muito grande, já que envolve desde o plantio até a distribuição. Abrange tanto setores da agricultura quanto da indústria", complementa. Atualmente, Minas Gerais é o terceiro maior produtor de etanol e segundo mercado de combustíveis no Brasil. Em 2014, de acordo com a Siamig, a produção do combustível em Minas foi de aproximadamente 2,7 bilhões de litros. O setor emprega cerca de 80 mil pessoas no Estado, distribuídas em 38 usinas em funcionamento, a maioria delas no Triângulo Mineiro.
Conjuntura favorável
Também a partir desta quarta-feira, a alíquota da gasolina irá passar 27% para 29%. Dessa maneira, vai ficar estabelecida em Minas uma das maiores diferenças entre as alíquotas de ICMS do etanol e gasolina do Brasil, 15 pontos percentuais. Isso torna o etanol ainda mais competitivo e atraente para o consumidor. Soma-se a isso a decisão da União de aumentar o adicional de etanol na gasolina, dos atuais 25% para 27%, desde a última segunda-feira (16/3). Pela resolução da União, o percentual obrigatório de adição de etanol é de 27% na gasolina comum e 25% na gasolina premium, mais cara que a comum. "Esses dois fatores também vão contribuir decisivamente para alavancar esse mercado, que precisava destes incentivos para crescer com pujança", analisa Altamir Rôso, para quem o programa de substituição de fontes de energia renováveis do Brasil é um exemplo para o mundo.


quarta-feira, 4 de março de 2015

BH sobe 89 posições em ranking de desempenho econômico


Belo Horizonte é uma das três capitais brasileiras que tiveram desempenho positivo no ranking de desenvolvimento econômico da Brookings Institution, dos Estados Unidos, destaca O Tempo. A capital mineira subiu do 276º lugar para a 187ª posição entre os anos de 2013 e 2014. "O instituto analisa anualmente o desempenho das 300 maiores economias metropolitanas do mundo com base na evolução do seu Produto Interno Bruto (PIB) per capita e da criação de empregos. No caso de BH, o resultado foi fruto do aumento de 1,5% na geração de vagas", diz o texto.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Brasil começa a se tornar exportador de petróleo


As exportações de petróleo do Brasil superaram as importações do produto feitas pelo país no primeiro bimestre de 2015, enquanto as compras externas de combustíveis e lubrificantes caíram ante 2014 em meio a preços menores, informou a Secretaria de Comércio Exterior nesta segunda feira, 2. As exportações de petróleo somaram 1,865 bilhão de dólares nos dois primeiros meses do ano, alta de 5,3 por cento na média diária, quando comparado ao mesmo período de 2014. Já as importações da commodity somaram 1,083 bilhão de dólares no mesmo período, queda de 56,9 por cento na média diária em relação a janeiro e fevereiro do ano passado. O movimento acontece em um momento em que a Petrobras aumentou a produção de petróleo no país, que somou 2,192 milhões de barris de óleo em janeiro, alta de 14 por cento ante o mesmo mês do ano passado.
Outras petroleiras, especialmente as estrangeiras que atuam no país, também estão elevando a produção consideravelmente. Quando se considera a importação de derivados, o valor total das importações do setor ainda supera a exportação. O Brasil não é um exportador relevante de combustíveis.
QUEDA NO PREÇO - As importações de combustíveis e lubrificantes pelo Brasil (incluindo petróleo) somaram 4,841 bilhões de dólares em janeiro e fevereiro de 2015, queda de 24,4 por cento na média diária em relação ao mesmo período de 2014. Isso numa situação em que os preços do petróleo e derivados em patamares inferiores aos praticados no início do ano passado afetam a base comparativa.
"No grupo dos combustíveis e lubrificantes, a retração [dos valores de importações] ocorreu principalmente pela diminuição dos preços e das quantidades embarcadas de petróleo, gás natural, carvão, óleos combustíveis, naftas e gasolina", afirmou a secretaria de comércio exterior em nota. (Por Marta Nogueira)
Petrobras aprova plano de desinvestimento de US$ 13,7 bilhões até 2016 - A Petrobras disse nesta segunda-feira que planeja desinvestir US$ 13,7 bilhões no biênio 2015 e 2016, ante previsão anterior de desinvestimentos de US$ 5 bilhões a US$ 11 bilhões entre 2014 e 2018. Os desinvestimentos estão divididos em 30% na área de exploração e produção no Brasil e no exterior, 30% no abastecimento 40% na área de gás e energia. A companhia frisou que o valor aprovado de US$ 13,7 bilhões é “a melhor estimativa da Petrobras”, mas ponderou que ela é sensível a variáveis de mercado, tais como a cotação do barril de petróleo tipo Brent, taxa de câmbio, crescimento econômico brasileiro e mundial, dentre outras. “Alterações nessas variáveis podem fazer com que a companhia modifique sua meta de desinvestimento”, acrescenta a nota da empresa. A companhia destacou ainda que cada operação de alienação de ativo será submetida à avaliação e aprovação das requeridas instâncias de governança, tais como a diretoria executiva e o conselho de administração. A empresa lembrou ainda que essas operações também estarão sujeitas às aprovações dos órgãos reguladores competentes no Brasil e no exterior, quando for o caso.


sábado, 28 de fevereiro de 2015

Contas da CEMIG aumentarão em 30%



A conta de luz dos mineiros aumentará em 28% no próximo mês devido a um reajuste da Revisão Tarifária Extraordinária, definida nesta sexta (27). Outras 57 distribuidoras também terão que ajustar os valores de suas contas - sendo que o valor médio de reajuste foi de 23,4% em todo o país. Ainda não foi informado se a tarifa será cobrada para todas as classes (industriais, comerciais e residenciais)- também foi aprovada a mudança nas bandeiras que são aplicadas conforme o custo da geração de energia. O valor dos 100kw/h terá um aumento de 3,50 para 5,50, alta de 83%, que valerá a partir de segunda-feira (02). 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Vida Boa: Brasileiros viagem mais para o exterior



Mesmo com a aceleração da cotação do dólar no segundo semestre do ano passado, a conta de viagens internacionais registrou um déficit de US$ 1,6 bilhão em dezembro de 2014 e um saldo negativo de US$ 18,695 bilhões no acumulado do ano. O resultado apurado em 2014 é um novo recorde, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (23), pelo Banco Central, já que a maior marca havia sido registrada em 2013, de US$ 18,632 bilhões.


O saldo negativo de dezembro do ano passado é resultado do volume de despesas pagas por brasileiros no exterior (US$ 2,124 bilhões) acima das receitas obtidas com turistas estrangeiros em passeio pelo Brasil (US$ 524 milhões). No acumulado do ano, as receitas passaram de US$ 6,710 bilhões em 2013 para US$ 6,914 bilhões no ano passado. As despesas, na mesma comparação, subiram de US$ 25,342 bilhões para US$ 25,608 bilhões.)

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Bons sinais: Petrobras sobe 5%

O Ibovespa ganhou forças no início da tarde desta quarta-feira (21) ainda se recuperando do tombo da segunda, ajudado pelo preço do petróleo, otimismo na China e com a notícia de que o BCE fez proposta por um QE na Europa de 50 bilhões de euros por mês. Contribui para sustentar o movimento positivo do índice, por aqui, as ações da Petrobras e alguns bancos, como Banco do Brasil (BBAS3, R$ 22,71, +2,76%), Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 34,17, +2,89%) e Bradesco (BBDC3, R$ 34,28, +3,50%; BBDC4, R$ 35,28, +2,41%), que operavam em alta às 13h30 (horário de Brasília). Também em um movimento de recuperação aparecia o setor elétrico, com destaque para as ações da Eletrobras, que figuravam entre as maiores altas do Ibovespa após cair forte por dois pregões. Ontem, o Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, anunciou uma série de medidas para adicionar ao sistema 1,5 mil MWs, o que ajudou a trazer ânimo ao mercado, embora a XP Investimentos tenha ressaltado nesta manhã que segue cética com o setor elétrico, principalmente em relação às geradoras e distribuidoras.
Na ponta oposta, o destaque ficava com as ações do setor de siderurgia, com Gerdau (GGBR4, R$ 9,12, -0,44%) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 10,35, -0,10%), que ganhavam força junto com a disparada do índice, além dos papéis da MRV Engenheria entre as construtoras por conta de um corte de recomendação do BTG Pactual e Braskem, que seguia movimento de queda livre.
Confira os principais destaques da Bolsa nesta quarta-feira:
Petrobras (PETR3, R$ 9,35, +5,17%; PETR4, R$ 9,66, +3,65%) Em um dia de recuperação na Bolsa, as ações da Petrobras abriram em alta de cerca de 2%, diminuindo levemente os ganhos no decorrer da sessão, mas voltando a subir forte no início da tarde. O governo tem sinalizado maior autonomia nas decisões da petroleira. Hoje, uma matéria do Valor cita que a companhia terá uma ''liberdade vigiada de preços''. Em resumo, a estatal poderá ter um livre arbítrio para as próximas decisões de reajuste, mas será monitorada pelo governo.
Além disso, em comunicado ao mercado enviado hoje, a companhia afirmou que está realizando as análises necessárias para o fechamento e divulgação das demonstrações contábeis do 3º trimestre de 2014. As análises incluem "avaliação individual de ativos e projetos cuja constituição se deu por meio de contratos de fornecimento de bens e serviços firmados com empresas citadas na Operação Lava-Jato, inclusive a RNEST".
Vale (VALE3, R$ 21,96, +1,01%; VALE5, R$ 19,35, +0,73%) Enquanto isso, as ações da Vale, que figuravam no negativo neste pregão, viraram para alta nesta tarde, puxadas por um otimismo generalizado do mercado registrado poucos minutos após a abertura das Bolsas nos Estados Unidos, às 12h30 (horário de Brasília). A retomada dos papéis deixa para segundo plano um relatório do Bank of America Merrill Lynch, que destacou que as ações da Vale seguirão pressionadas em 2015 e que os resultados dos próximos trimestres da mineradora devem ser fracos. A recomendação para os ADRs (American Depositary Receipts) é neutra.
Os analistas Thiago Lofiego, Karel Luketic e Betina Roxo preveem que o preço do minério de ferro deva cair para US$ 60 a tonelada em algum momento em 2015 e que os preços dos metais básicos devam permanecer sobre pressão até o segundo semestre.
Elétricas Após medidas serem anunciadas, algumas elétricas buscam recuperação nesta sessão, com destaque para Eletrobras (ELET3, R$ 5,56, +5,90%; ELET6, R$ 7,10, 1,43%), Light (LIGT3, R$ 14,92, +2,83%) e Energias do Brasil (ENBR3, R$ 8,87, +3,99%), embora a situação dos reservatórios do país continue dramática e que somente chuvas acima de 80% da média histórica em fevereiro, março e abril evitarão um racionamento compulsório, ressaltou a XP Investimentos nesta manhã.
Entre as medidas anunciadas pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, está o reforço na produção e transferência de 300 MW de energia da usina de Itaipu para o sistema. Braga disse ainda que a abertura da ligação entre as regiões Nordeste e Sudeste/Centro-Oeste vai adicionar 400 MW ao sistema. A ressincronização da usina de Angra 1 vai proporcionar um adicional entre 100 MW e 200 MW.
Braskem (BRKM5, R$ 13,09, -0,46%) As ações da Braskem seguem em queda pelo terceiro pregão seguido, quando acumulam perdas de 14,5%. O movimento negativo teve início no dia do apagão que deixou diversas cidades brasileiras sem luz por alguns minutos. A companhia, no entanto, informou nesta manhã que não teve sua produção afetada pelo apagão que derrubou energia em diversos estados no Brasil na última segunda-feira.
Além disso, a empresa informou que, apesar do veto presidencial ao artigo da Medida Provisória 656/14 que previa a extensão do contrato de fornecimento de energia da Chesf com indústrias do Nordeste, o governo federal informou que discutirá alternativas com a indústria eletro-intensiva, o que deverá ocorrer até o vencimento do atual contrato, em junho de 2015. Pelo acordo em vigor, a Chesf fornece energia para a indústria a um custo abaixo do mercado, em um preço de aproximadamente R$ 100/Mwh. O contrato em especial beneficia a Braskem, Gerdau e Vale, entre outras. Sem ele, no entanto, o custo de energia poderá até triplicar.
Cosan (CSAN3, R$ 25,64, -0,23%) Depois de subir forte na véspera, as ações da Cosan têm movimento de correção nesta quarta-feira, assim como os papéis da São Martinho (SMTO3, R$ 34,10, -1,30%), que foram beneficiados pelo anúncio da Petrobras de que irá repassar o aumento dos tributos sobre gasolina e diesel para os consumidores.
Em função da notícia, o Santander comentou na véspera que essas novas medidas irão abrir espaço para o aumento dos preços do etanol na bomba (considerando a alta dos preços da gasolina nesta), e estimou, de maneira conservadora, que o Ebtida (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da Cosan Energia deve aumentar R$159 milhões, ou 4%, em 2015 e para a São Martinho deve aumentar em R$110 milhões, ou 9,5% no exercício de 2016.
Oi (OIBR4, R$ 5,24, +2,34%) As ações da Oi viraram para alta após abrirem em queda. Isso um dia antes da esperada assembleia geral da holding Portugal Telecom SGPS, que decidirá sobre a venda dos ativos portugueses, e que já foi adiada duas vezes. O Conselho de Administração da PT SGPS afirmou ter divulgado toda a informação necessária para os acionistas deliberarem sobre a venda da PT Portugal à Altice na assembleia.
Na véspera, a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), órgão regulador de Portugal, disse entender que ainda havia aspectos a esclarecer em relação à fundamentação das decisões a serem tomadas na assembleia da PT SGPS e que competia ao Conselho da empresa informar os acionistas sobre esses aspectos.
Gol (GOLL4, R$ 13,20, +0,99%) Depois de cair quase 4% ontem, as ações da Gol têm um pouco de alívio nesta sessão. Na véspera, o Goldman Sachs cortou a recomendação dos papéis de neutra para venda. O preço-alvo é de US$ 4,20 para as ações.
Construtoras A Helbor (HBOR3, R$ 3,89, -0,77%) teve sua recomendação cortada de compra para neutra pelo BTG Pactual. Ontem, a companhia informou que suas vendas contratadas totalizaram R$ 362,9 milhões no quarto trimestre, diminuição de 33% na comparação com o mesmo período do ano passado, com VSO (Vendas Sobre Oferta) de 10,1% no trimestre e 30,7% no ano. Os lançamentos atingiram R$ 319,9 milhões nos últimos três meses de 2014.
Ainda no setor, o banco cortou a recomendação das ações da Eztec (EZTC3, R$ 18,79, +1,18%) de compra para neutra, com preço-alvo de R$ 25 por ação, assim como a MRV Engenharia (MRVE3, R$ 7,13, +1,13%), que teve sua classificação rebaixada de compra para neutra, com preço-alvo de R$ 9,50. Na contramão, a Gafisa (GFSA3, R$ 2,11, 4,46%) foi elevada pelo BTG de neutra para compra, com preço-alvo de R$ 3,20.
Natura (NATU3; R$ 31,45, +4,83%) As ações da Natura se recuperam nesta sessão em meio às notícias de que as fabricantes de cosméticos querem discutir com o governo federal as implicações do aumento da carga tributária do setor anunciado na segunda-feira.
O governo anunciou na segunda-feira que irá alterar a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de cosméticos, equiparando os atacadistas aos produtores industriais, sem aumento de alíquota. A medida integra o mais recente pacote de mudanças fiscais, destinado a elevar a arrecadação em mais de 20 bilhões de reais em 2015.
Segundo o analista Guilherme Assis, da corretora Brasil Plural, o governo tentará com a medida alcançar a taxação sobre a distribuição dos produtos, acabando com planejamento tributário que permitia às empresas pagar menos impostos. "O impacto é difícil de mensurar, o governo não divulgou a memória de cálculo, então precisamos ter um pouco mais de detalhes", afirmou.
Ambev (ABEV3, R$ 16,99, +0,65%) O Banco Fator Corretora iniciou cobertura dos papéis da Ambev. A recomendação atribuída às ações foi de equalweight (desempenho em linha com a média).
SLC Agrícola (SLCE3, R$ 14,20, +1,79%) A SLC Agrícola teve sua recomendação elevada de neutra para overweight (desempenho acima da média) pelo JPMorgan, que atribuiu preço-alvo de R$ 24 por ação para os próximos 12 meses.
HRT (HRTP3, R$ 3,62, +11,04%) As ações da HRT, com uma nova marca, a PetroRio, disparam nesta sessão. Ontem, a companhia anunciou a aquisição de 80% dos campos de Bijupirá e Salema da Shell, na Bacia de Campos, e do navio FPSO Fluminense, utilizado para a produção de petróleo na área, informou a companhia em fato relevante.
Os 20 por cento restantes permanecem propriedade da Petrobras. Com o negócio, a HRT vai triplicar sua produção diária, para 30 mil barris de petróleo.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Rombo comercial agudo ocorreu nos governos FHC


Nossa "imprensa" parece comemorar o pior resultado da Balança Comercial Brasileira (Exportações X Importações) desde 1998.
O problema (para a mesma imprensa) é que os números podem ser colocados lado a lado, fazendo um comparativo entre governos distintos, desde Itamar Franco. Os números finais estão aí para quem quiser ver e comparar. Os dois últimos anos não foram fáceis para Dilma, mas mesmo assim ainda tem um resultado muito melhor do que o "conjunto da obra" de FHC, com uma taxa de desemprego em seu menor índice histórico. 
Outro dado importante é o volume do que se exportou:
Em 2002 foram US$ 60,3 bilhões em exportações.
Em 2014 o volume chegou a US$ 225,1 bilhões, menor que os US$ 242 bilhões do ano passado, mas ainda assim quase quatro vezes maior que o último ano dos tucanos.

A mídia pode tentar nos vender um cenário desastroso, mas a simples comparação nos mostra que ainda estamos no caminho certo:

Itamar = Saldo 23,378 bi
FHC = Déficit 9,76 bi
Lula = Saldo 259,442 bi
Dilma = Saldo 47,859 bi

E lembrando que Lula e Dilma não precisaram vender meio país para conseguir saldo, enquanto FHC entregava estatais a estrangeiros por um simbólico preço de banana podre...


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Pré-Assembleia mobiliza associados da Credivaz/Guarda-Mor


O diretor presidente do Sicoob Credivaz, Divino Boaventura, reconheceu que todos os investimentos da cooperativa em Guarda-Mor foram muito bem recompensados

Aproximadamente 150 cooperados de Guarda-Mor participaram da pré-assembleia do Sicoob Credivaz, ocorrida na sexta-feira, dia 19 de dezembro, na Câmara Municipal daquela cidade. A iniciativa da diretoria do Sicoob Credivaz teve como objetivo a exposição de informações relativas ao desempenho geral da instituição e principalmente da agência local, para que os associados tenham conhecimento sobre a situação atual da cooperativa. “Nós já fizemos uma pré-assembleia com os cooperados do distrito de São Brás de Minas, agora estamos fazendo em Guarda-Mor e, em janeiro, também vamos fazer com os associados da cidade de Lagamar”, anunciou o diretor presidente do Sicoob Credivaz, Divino Boaventura.
         A iniciativa se justifica porque muitos associados que participam das pré-assembleias podem  não estar presentes na Assembléia Geral Ordinária que acontecerá em 2015, em Vazante, para apresentação do fechamento do balanço contábil de 2014. e a eleição da nova diretoria do Sicoob Credivaz.
         Funcionando há quatro anos, a agência do Credivaz/Guarda-Mor vem surpreendendo a diretoria da cooperativa e seus associados com resultados altamente positivos. Hoje, ela possui quase 355 associados e já lidera o movimento bancário da cidade, que tem um grande potencial de crescimento econômico. “Todos os investimentos que fizemos na agência de Guarda-Mor, inclusive nas suas novas instalações, estão sendo muito bem recompensados”, admitiu Divino Boaventura. Ele disse que a cidade criou uma tendência natural para o fortalecimento do cooperativismo, o que deve contribuir para a ampliação do quadro de associados no município.
         Divino Boaventura ressaltou também que o maior patrimônio do Sicoob Credivaz é o próprio cooperado, que a cada ano vem assimilando mais o espírito cooperativo e se beneficiando com o sistema de cooperativismo. “Ao mesmo tempo em que se beneficiam do sistema, contando com atendimento diferenciado, serviços facilitados, além de empréstimos e financiamentos com juros compatíveis, os associados proporcionam o crescimento da cooperativa”, resumiu.
         O presidente do Siccob Credivaz informou ainda que a reforma estrutural da agência de Vazante deverá ser concluída até o final de fevereiro.

                                                        (Da Redação)


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Sob ataque, Petrobras bate novo recorde de produção


Em meio a um furacão de denúncias de corrupção e pedidos para a saída da presidente, Graça Foster, a Petrobras divulgou na manhã desta terça-feira 23 um resultado recorde de produção, cuja marca anterior era de 27 de dezembro de 2010. Os números trouxeram ganhos aos papéis da estatal do petróleo na Bovespa, que subiram quase 6% nesta terça-feira. Leia abaixo reportagem da Agência Brasil sobre o resultado:
Petrobras tem novo recorde com produção de 2,29 milhões de barris
A Petrobras atingiu, no último domingo 21, um recorde de produção diária de petróleo e gás natural liquefeito (GNL), com 2,29 milhões de barris. O recorde anterior era de 27 de dezembro de 2010, quando a estatal havia produzido 2,26 milhões de barris. De acordo com a empresa, o recorde de produção foi alcançado devido à instalação de nove plataformas em 2013 e 2014, nas bacias de Santos e Campos. Além disso, houve ganhos de eficiência em plataformas antigas, que já operavam na Bacia de Campos, e de melhorias operacionais nas unidades do Norte e Nordeste. A Petrobras também bateu recorde de produção de petróleo na camada pré-sal, ao chegar à marca de 700 mil barris diários no dia 16 de dezembro. Segundo a estatal, o resultado foi conseguido com a contribuição de 34 poços produtores. Desses poços, 16 estão na Bacia de Santos e respondem por 61% do volume total produzido. O restante (18) está na Bacia de Campos e responde pelos 39% restantes. O petróleo é extraído do pré-sal por 12 diferentes plataformas, das quais oito atuam exclusivamente nesses reservatórios, que ficam abaixo de uma espessa camada de sal localizada sob o leito do oceano. 


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Dilma escala seu time na área econômica


Confirmado. A presidente Dilma Rousseff deve anunciar em breve seu time econômico completo. Joaquim Levy, Nelson Barbosa e Alexandre Tombini ocuparão, respectivamente, os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Tombini permanecerá na presidência do Banco Central. Levy foi secretário do Tesouro no governo Dilma e Barbosa secretário-executivo da Fazenda na gestão de Guido Mantega. Há ainda outros dois nomes confirmados: a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) será nomeada ministra da Agricultura e o senador Armando Monteiro (PTB-PE) ministério do Desenvolvimento e Indústria. A expectativa era de que o anúncio fosse feito nesta sexta-feira 21, após o fechamento do pregão, mas foi adiado, segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência. A trinca de Levy, Barbosa e Tombini foi publicada ontem. A Bolsa de Valores de São Paulo reagiu com otimismo às altas chances de nomeação ainda hoje, fechando com ganhos de 5,02%, a maior alta em três anos e registrando a melhor semana de 2014. Os papéis da Petrobras dispararam quase 12%. A presidente Dilma chamou Barbosa a Brasília no final desta manhã. O 247 apurou que o anúncio oficial da nova equipe econômica será feito hoje, mas após o fechamento do mercado de ações. Leia reportagem do portal Infomoney que aponta previsão da Nomura pela queda do dólar com a escolha de Levy.
Para Nomura, dólar ficará mais barato com Joaquim Levy no Ministério da Fazenda
A Nomura abriu uma recomendação de venda de dólar nesta sexta-feira, 21, em meio às expectativas de que as indicações de Dilma Rousseff para sua equipe econômica agradem ao mercado e favoreçam um fortalecimento do real no curto prazo. "Nós acreditamos que Joaquim Levy muito provavelmente será indicado para o time econômico, provavelmente como ministro da Fazenda", diz o texto assinado por Tony Volpon, diretor de pesquisas para a América Latina. Volpon comenta que Levy é conhecido como um formulador de políticas ortodoxo e pró- mercado, que deve ajudar na difícil tarefa de ajustar a economia. Atualmente ele chefia a divisão de gestão de ativos do Bradesco. "Após a nomeação dele nós esperaríamos o anúncio de um plano fiscal crível nas próximas semanas. Tal anúncio seria essencial para restaurar a confiança do mercado", afirma o texto. O analista diz esperar um plano plurianual que leve a um resultado primário adequado para estabilizar a dívida pública. O relatório diz ainda que o surpreendente anúncio da China hoje, de cortar as taxas de juros, é positivo para as moedas emergentes no médio prazo. "Esse afrouxamento deve ajudar o desempenho econômico da China e favorecer economias altamente dependentes do dinamismo chinês, como o Brasil."
Abaixo, notícia a agência Reuters a respeito:
Tombini deve ficar no BC; Levy e Barbosa estão entre Fazenda ou Planejamento, diz fonte
Por Jerferson Ribeiro e Luciana Otoni - BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff deve anunciar nesta sexta-feira sua nova equipe econômica composta por Nelson Barbosa, Joaquim Levy e Alexandre Tombini, disseram fontes do governo à Reuters. Segundo uma dessas fontes, no momento já está definido que Tombini seguirá como presidente do Banco Central. As fontes, que falaram sob a condição de anonimato, não disseram quem seria o ministro da Fazenda e quem seria o titular do Planejamento. "Será um dia longo", limitou-se a dizer uma das fontes. Dilma estava reunida nesta manhã com o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante. Na agenda da presidente, estão previstos ainda "despachos internos" na parte da tarde. Uma fonte do mercado financeiro também disse à Reuters sobre a equipe sendo formada por Levy, Barbosa e Tombini. Os mercados financeiros reagiam positivamente aos nomes. O dólar e os juros futuros recuavam, enquanto a bolsa subia quase 2 por cento. Dilma tinha considerado inicialmente o presidente Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, para comandar a Fazenda, mas na fase atual da montagem dos principais titulares da equipe econômica já está fora de cogitação, segundo outra fonte do governo. A presidente passou então analisar um outro nome do grupo Bradesco para compor sua equipe econômica. Joaquim Levy esteve à frente do Tesouro Nacional na gestão do ex-ministro Antonio Palocci, quando o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula buscava conquistar a confiança dos agentes econômicos. Levy atualmente é o diretor-superintendente do Bradesco Asset Management, braço de gestão de recursos do Bradesco. Nelson Barbosa também já integrou o governo, como secretário-executivo do atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, até 2013. E enquanto esteve no governo sempre teve proximidade com a presidente. Ele chegou a ser especulado como sucessor de Mantega ainda durante os primeiros anos do governo Dilma. Tombini preside o BC desde o início do governo e também já teve seu nome especulado para assumir a pasta da Fazenda. Um indício de que Tombini se manteria na equipe econômica foi sua participação inesperada na reunião de cúpula do G20 na Austrália no último fim de semana. Dias antes da viagem de Dilma para a reunião, Tombini não estava listado na comitiva presidencial e tinha inclusive participação confirmada numa reunião com investidores em Londres.


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Economia cresce 0,59% no 3º trimestre


A economia brasileira acelerou o ritmo de crescimento em setembro para fechar o terceiro trimestre no azul, mostrou o Banco Central nesta segunda-feira, numa indicação de que o país deve ter saído da recessão técnica. O Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), considerado espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), avançou 0,59 por cento entre julho e setembro sobre o segundo trimestre, quando houve queda de 0,79 por cento sobre janeiro-março. Só em setembro, o indicador subiu 0,40 por cento sobre agosto, quando havia subido 0,20 por cento sobre o mês anterior. O resultado de setembro veio acima do esperado pelo economistas consultados pela Reuters, cuja mediana apontava para alta de 0,14 por cento. No primeiro semestre deste ano, a economia brasileira entrou em recessão, levando os agentes econômicos a piorarem suas projeções. Pesquisa Focus do BC mostrou que, pela mediana das contas, o PIB crescerá 0,21 por cento neste ano, muito aquém da expansão de 2,5 por cento de 2013. O cenário de fraco crescimento vem junto com o de inflação elevada, que levou o BC a iniciar um novo ciclo de aperto monetário no final do mês passado. O IBC-Br também mostra estagnação no acumulado do ano até setembro, com ligeira alta de 0,01 por cento, sendo que em 12 meses, tem alta de 0,60 por cento. Apesar dos melhores números trazidos pelo indicador, a economia brasileira não consegue mostrar sinais mais consistentes de aceleração. Em setembro, a produção industrial interrompeu dois meses seguidos de alta, ao mesmo tempo em que o varejo desacelerava a expansão. O IBC-Br incorpora estimativas para a produção nos três setores básicos da economia: serviços, indústria e agropecuária, assim como os impostos sobre os produtos.


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Petróleo: Petrobras bate novo recorde de produção



A Petrobras informou que a produção de petróleo da estatal no Brasil atingiu em outubro a média de 2,126 milhões barris/dia (bpd), 0,4% maior que em setembro (2,118 milhões bpd). Outubro foi o nono mês consecutivo de crescimento da produção de petróleo da companhia no país. A produção total de petróleo operada pela Petrobras, que inclui a parcela operada para parceiros, atingiu em outubro o quarto recorde consecutivo, de 2,268 milhões bpd – volume 1,3% superior aos 2,239 milhões bpd alcançados em setembro. Já a produção total de petróleo e gás da Petrobras no Brasil foi 2,579 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), indicando aumento de 0,6% em relação à produção obtida no mês de setembro (2,565 milhões) e um novo recorde histórico. A produção total de óleo e gás natural operada pela Petrobras no Brasil, que inclui a parcela operada para seus parceiros foi 2,783 milhões boed em outubro, 1,5% acima do volume obtido em setembro (2,743 milhões boed), e uma vez mais representa a maior produção total operada já atingida pela companhia. A produção consolidada de petróleo e gás da Petrobras, no Brasil e no exterior, alcançou 2,795 milhões boed em outubro. O volume foi 0,5% superior ao registrado em setembro (2,781milhões boed).

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Economistas veem PIB crescendo 0,27% neste ano


Economistas de instituições financeiras fizeram poucas alterações em suas projeções sobre a economia brasileira, voltando a reduzir ligeiramente a perspectiva de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, segundo a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira. Com a atividade dando sinais recorrentes de fragilidade, os analista consultados veem o PIB crescendo 0,27 por cento em 2014, contra 0,28 por cento na semana anterior, quando haviam interrompido 19 semanas seguidas de queda nas contas. Para 2015, a projeção de expansão foi mantida em 1,0 por cento. A economia brasileira é um tema de destaque na disputa presidencial entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). Depois de o país ter entrado em recessão técnica no primeiro semestre e em meio ao cenário de inflação elevada, os eleitores irão às urnas neste domingo para o segundo turno da eleição presidencial. Em relação à alta do IPCA, a perspectiva para este ano permaneceu em 6,45 e para 2015, em 6,30 por cento, mostrou ainda o Focus. A meta do governo é de 4,5 por cento, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos. Depois de o IPCA ter chegado em 12 meses a 6,75 por cento em setembro, o mercado aguarda agora a divulgação na terça-feira dos números de outubro do IPCA-15. Os analistas consultados também mantiveram as projeções para a Selic a 11 por cento neste ano e a 11,88 por cento em 2015.


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Horário de verão vai de 19 de outubro até 15 de fevereiro



O horário de verão começa no próximo dia 19 de outubro. Nesta data, a partir da 0h, os ponteiros dos relógios das regiões atingidas devem ser adiantados em uma hora em relação ao horário de Brasília. A mudança vai até 15 de fevereiro de 2015, já que o Decreto 6.558 de 2008 determina que a temporada para ajustar o relógio deve começar no terceiro domingo do mês de outubro, prolongando-se até o terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente.  O horário de verão serve, segundo o decreto, para aproveitar melhor a luz natural, já que, durante a primavera e o verão, os dias são mais longos que as noites. Representa ainda economia de energia, diminuindo o consumo de luz artificial. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 2013 para 2014, o horário de verão levou a uma redução da demanda por energia no horário de pico de consumo de 2.565 megawatts, o que representou uma economia de cerca de R$ 405 milhões. O horário de verão será aplicado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nos Estados de Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Recorde: Produção do Pré-Sal sobe 62%

Agência Nacional de Petróleo informa que extração em todo o País cresceu 14,9% entre julho do ano passado e julho deste ano; apenas na área do pré-sal, produção aumentou 62%; novo recorde nacional foi batido, agora em 2,267 milhões de barris/dia; presidente Dilma Rousseff criticou adversária Marina Silva por dedicar “em 242 páginas de programa, apenas uma linha ao pré-sal”; PSDB de Aécio Neves atacou Petrobras em seminário, mas empresa vai somando recursos com petróleo novo para bancar todo o seu plano de investimentos até 2017; pré-sal no centro da campanha.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

108 bilhões: Petrobrás volta a ser a maior da América Latina


Estatal presidida por Graça Foster colhe os louros pela política de investir em prospecção no pré-sal, compartilhar exploração com gigantes do petróleo, preservar domínio territorial e concretizar plano bilionário de investimentos; companhia é avaliada em US$ 108,5 bilhões e volta a ser a maior da América Latina; ações sobem 3% na bolsa, impulsionadas por declaração do ministro Guido Mantega sobre possível reajuste de combustíveis até o final do ano; companhia vai fazendo lição de casa; "Provocamos um círculo virtuoso, em que quanto mais prospectamos, mais encontramos petróleo e mais fazemos receitas próprias", explica Graça; plano de investimento para próximos 15 anos não prevê necessidade de captações financeiras; crítica irresponsável à companhia é respondida pelos fatos.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Empresas em débito com a Receita Federal poderão parcelar suas dívidas em até 180 vezes

Os contribuintes, pessoas físicas e pessoas jurídicas, com débitos de tributos federais (inclusive previdenciários) terão a oportunidade de parcelá-los com benefícios especiais. Trata-se da reabertura do prazo para adesão ao chamado “Refis da Crise de 2008”, o que implica no fato de somente serem parceláveis os débitos federais vencidos até 30 de novembro de 2008. Por outro lado, a segunda alternativa, apresentada em 18 de junho de 2014, com a publicação da Lei nº 12.996/2014, vem sendo chamada de “Refis da Copa”, e, embora autorize a inclusão no parcelamento, dos débitos tributários vencidos até 31/12/2013, impõe condições mais severas para a adesão a esse programa, já que para as dívidas parceladas de até R$ 1.000.000,00 o contribuinte deverá antecipar o correspondente a 10% do valor do débito. Já para os débitos superiores a esse valor, a antecipação deverá corresponder a 20% do montante da dívida objeto do parcelamento. Em ambos os casos, a antecipação poderá ser dividida em até cinco parcelas iguais e sucessivas. O prazo para a adesão ao Refis da Crise vai até 31 de julho de 2014, tanto para o pagamento à vista quanto para o parcelamento, já para a adesão ao Refis da Copa o prazo vence no dia 29 de agosto de 2014. Ambos os parcelamentos poderão ser feitos em até 180 meses, desde que o valor de cada parcela não seja inferior a R$ 50,00 em se tratando de débitos de pessoas físicas, ou de R$ 100,00 caso o débito parcelado seja de pessoa jurídica, e poderão ser quitados à vista ou parcelados em 30, 60, 120 ou até 180 meses, observando-se que quanto maior o prazo de pagamento, menores serão os benefícios com as reduções das multas e dos juros, além do que o saldo devedor será atualizado mensalmente pela Taxa Selic. O pedido de adesão deve ser feito exclusivamente pela internet, nos seguintes sites:www.receita.fazenda.gov.br ou www.pgfn.fazenda.gov.br.