quinta-feira, 30 de abril de 2015

Vacinação conta gripe "Influenza" começa na segunda-feira (4)

A partir do dia 4 de maio (segunda-feira), tem início a Campanha Nacional de Vacinação Contra Influenza 2015. A Secretaria Municipal de Saúde de Vazante ainda não divulgou em quais locais irá disponibilizar a vacina. O Dia “D” (Dia Nacional de Vacinação) acontece no dia 09 (sábado), com atendimento em todo o Brasil de 8h as 17h. A vacina é gratuita para pessoas com 60 anos e mais; gestantes; crianças de 6 meses a menores de 5 anos; indígenas; mulheres no pós-parto até 45 dias; Doenças crônicas (prescrição médica, conforme listagem do Ministério da Saúde). Não esqueça o cartão de vacina e documento com foto

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Direção trava e carreta cai em ribanceira em Vazante

 

Na madrugada desta quarta-feira (29), o motorista de uma carreta carregada com adubos perdeu o controle da direção e o veículo caiu em uma ribanceira no Km 290 da MG-188, no município de Vazante. A Polícia Militar informou que o acidente ocorreu por volta das 2h e o motorista ficou preso nas ferragens até ser resgatado aproximadamente às 11h.


Segundo informações da PM, o motorista da carreta com placa de Patos de Minas seguia e Coromandel para Paracatu e alegou que o veículo apresentou problemas mecânicos. A direção do veículo travou e ele não conseguiu finalizar uma curva. Ainda de acordo com a Polícia Militar, o motorista ficou com as pernas presas nas ferragens até o resgate, feito pelo Corpo de Bombeiros, que durou cerca de duas horas e meia e foi finalizado por volta das 11h. O motorista foi encaminhado para o Hospital Municipal de Vazante com ferimentos leves e sem fraturas.

Manifesto anônimo denuncia "não práticas" no Canil Municipal


Exemplar de panfleto que chegou à Redação do jornal DeFato, de autoria anônima, questiona uma série de irregularidades no Canil Municipal de Vazante. O material está sendo distribuído em pontos estratégicos da cidade e tem por finalida-de, conforme o próprio título denunciar uma série de “não boas práticas” ou maus tratos aos animais recolhidos ao recinto.
Dentre os itens constantes da denúncia o panfleto afirma que no canil falta comida, remédios e veterinário e que os animais estão morrendo à míngua. Também questiona a responsabilidade dos administradores municipais.

Inaugurado no dia 30 de março de 2014, o Canil Municipal de Vazante foi instalado em uma antiga construção próxima à Estação de Tratamento de Esgoto da cidade na saída para Patos de Minas. Segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura de Vazante, o local pode comportar até 150 cães e 50 gatos e contava inicialmente com uma equipe de sete funcionários, sendo dois para a captura de animais vadios nas ruas, um vigia, uma recepcionista, dois auxiliares e serviços gerais e uma médica veterinária. O funcionamento seria de segunda a sexta-feira das 7 às 17 horas. 

terça-feira, 28 de abril de 2015

Rui Côrtes - Vazante: Barco à deriva


         Após essa brincadeira sem graça, o papo agora é sério. Dr. José está no comando de um barco milionário. A prefeitura de Vazante corre muita grana. São quatro milhões (todo mês) para que o prefeito faça sua gestão. Para o leitor ter uma noção, com esse dinheiro daria para comprar TRINTA ambulâncias ou contratar DUZENTAS especialidades médicas. Até agora Dr. José administrou 96 MILHÕES DE REAIS, desde sua posse.
         E para nossa perplexidade, a administração municipal vem a publico, justificando sua incapacidade, colocando a culpa no orçamento mensal ou na União. Vazante já foi sinônimo de progresso. Hoje está a um passo do colapso administrativo. Ninguém entende o que fazem com essa “dinheirama”.
         Na eleição passada, Dr. José pediu que as pessoas devolvessem a conta de água para o ex-prefeito Dr. Jacques: DEVOLVE A CONTA PRA ELE, esbravejava o marqueteiro. Hoje a pergunta que não quer calar é a seguinte: DOUTOR JOSÉ, CADÊ O DINHEIRO QUE ESTAVA AQUI?
         Esse Barco chamado Vazante está à deriva. Quase abandonado. O comandante, sem forças, não consegue mais remar. Alguns de seus aliados são jogados ao mar para virar comida de tubarão. Pelo simples fato de acreditarem que o rumo tomado pela administração não é o mais adequado. Sem falar na- queles outros que abandonaram o barco por conta própria porque não queriam virar comida de peixe.
         Desde que tomou posse, o prefeito governa a deriva. Sem rumo certo. Ao sabor dos ventos. A cada novo obstáculo, ao invés de mudar a forma de governar, o chefe do executivo opta em sacrificar algum secretariado, como se isso fosse suprir a incompetência administrativa.
         De longe, acomodados em suas poltronas, no aconchego do FAROL, a maioria dos vereadores faz vista grossa. Alguns aguardando a hora do naufrágio. Outros tirando proveito da situação. E ainda AQUELE que a gente acreditava que poderia mudar o rumo da história, mas que infelizmente, parece que já entrou na brincadeira do comandante. Lamentável isso, afinal, quando o barco afundar, poucos vão se salvar.
         Não sou do tipo que quanto pior melhor, no entanto, tenho que assumir que já perdi a esperança. Essa viagem nesse barco furado saiu pior do que a encomenda. Os poucos pontos positivos não conseguem suprir a desordem à vista. Salve-se quem puder! Na falta de colete, é bom que a gente saiba votar na próxima eleição.
         Até a próxima parada. Abraços para cada um de vocês, dessa vez com sabor de MAIO! 

Carlinhos do Ciça: Tem muitos fazendeiros com saudades do Zé

A exoneração do secretário municipal de Obras Leonício Rodrigues suscitou vários comentários com relação aos reais motivos da sua saída. Um deles é de que o Léo vinha batendo de frente com o prefeito por discordar do tratamento dispensado à sua pasta. Ele estaria insatisfeito por não dispor da estrutura necessária ao desempenho do seu trabalho e com a falta de dinheiro para manutenção das máquinas e até para compra de combustível.
         Há também comentários de que do alto da sua experiência, adquirida no período em que comandou a Semob no mandato do ex-prefeito Alcides Diniz, Léo discordava de certas ordens dadas pelo prefeito Dr. Zé por saber que ele não entende bulhufas de obras. Dizem que o ex-secretário ficava ainda mais desobediente quando as ordens eram para beneficiar apadrinhados políticos do seu chefe.
         Comenta-se também que por pirraça do prefeito ou falta de crédito da prefeitura, o ex-secretário penava quando precisava comprar peças para consertar alguma máquina ou veículo quebrado. Segundo os rumores, Léo não encontrava apoio no âmbito da administração porque não se subordinava ao staff do governo e deixava de executar muitos serviços solicitados por auxiliares direto do prefeito, que podem ter turbinado a sua exoneração.
         O tititi em torno da saída do ex-secretário também levantou uma discussão oportuna sobre o desempenho da Semob no governo do Dr. Zé. Enquanto o prefeito troca de secretários como quem troca de roupa, a situação das estradas rurais está cada vez mais precária em diversas localidades que ainda nem viram as máquinas da prefeitura depois da sua posse.
         Conforme as críticas, a maior parte das vias rurais de Vazante só não dissolveu com as últimas chuvas por conta das obras estruturais realizadas pela administração anterior através do antigo programa Pró-Estradas, que tinha um investimento anual de mais de R$ 1 milhão. De lá pra cá, a Semob faz praticamente a operação tapa-buraco e o serviço de patrolamento, ignorando as obras de infra-estrutura para garantir a durabilidade das pistas.
         Tem regiões em que muitos fazendeiros já estão revoltados com as péssimas condições das vias rurais e loucos pra ver o prefeito Dr. Zé por o pé na estrada. Eles morrem de saudade do outro Zé: o ex-secretário municipal de Obras, José Humberto Alves Borges, que trabalhava com autonomia e sabedoria para livrá-los do caminho das pedras - dos buracos e da lama.
                            

domingo, 26 de abril de 2015

Explicando a polêmica dos shows da Festa da Lapa



Respondendo interinamente pela Paróquia de Nossa Senhora da Lapa, o padre Antônio Eduardo de Oliveira, pároco de Guarda-Mor, assumiu que foi ele quem não aprovou a realização dos shows da 134ª Festa da Lapa na Praça do Santuário. O próprio pároco fez questão de desmentir os rumores de que teria sido os festeiros que tomaram a decisão de impedir a realização do evento naquele local, contrariando a intenção do secretário municipal de Cultura, Turismo, Esportes e Lazer, Adilson Bastos. “A prioridade do Santuário é receber os devotos e romeiros no período da festa, o que seria dificultado pelo rigoroso esquema de segurança para os shows”, explicou o pároco.
         De acordo com padre Antônio Eduardo, o esquema de segurança para a realização dos shows exigiria o fechamento de todas as portas do Santuário e a instalação de cercados no entorno da praça para que as pessoas fossem revistadas ao entrar na área do evento e até na gruta Lapa Nova, que é visitada por milhares de romeiros. “Isto impediria o acesso dos devotos ao Santuário, principalmente dos peregrinos que vêm de longe empreendendo longas caminhadas para visitar Nossa Senhora da Lapa”, justificou.
O esquema de segurança funcionaria nas apresentações de todos os artistas contratados para a festa, inclusive no show religioso do padre sertanejo Alessandro Campos que, por estar mais em evidência na mídia, deverá atrair um grande público. “Fechar o Santuário e dificultar o acesso dos visitantes são medidas que contrariam a recomendação do Papa Francisco, que prega uma Igreja de portas abertas para os devotos”, concluiu o padre Antônio Eduardo.   
         Com a decisão do pároco, o secretário Adilson Bastos decidiu manter a tradição das atrações no estacionamento do ginásio Reni Soares da Cunha. Ele também contrariou as expectativas de que os shows poderiam ser realizados no encontro das avenidas Paracatu-Gustavo Rosa, onde aconteceu o Carnaval deste ano.

         De novo no Renisão, as atrações da 134ª Festa da Lapa terão início no dia 30 de abril, quinta-feira com o padre Alessandro Campos. No feriado de 1º de maio, sexta-feira, haverá show com o cantor Iury Flores e a dupla Mateus Ferraz & Vitória. A programação será encerrada no dia 2 de maio, sábado, com a dupla João Neto & Frederico.

Dilma começa a construir uma boa narrativa


A chamada de capa da revista Carta Capital deste fim de semana é precisa. "A situação da Petrobras é melhor do que a mídia gostaria e frustra quem sonha em devovê-la ao projeto entreguista do governo FHC".
Em uma frase, ela resume o que pode vir a ser o eixo central da narrativa do segundo governo Dilma. Depois de sofrer o mais intenso bombardeio a que uma presidência já foi submetida, Dilma resistiu. Mais do que isso, sua resistência simboliza, ainda, a permanência do modelo de partilha no pré-sal.
No dia em que a Petrobras publicou seu balanço, a última quarta-feira 22, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) soltou uma declaração emblemática. Disse que os prejuízos da estatal justificariam uma mudança no modelo do petróleo, com a retomada das concessões. Dias antes, o senador Aloysio Nunes, que era seu vice, publicou um artigo na Folha, em que dizia defender a Petrobras, mas, na prática, falava em nome dos interesses de empresas como Exxon e Chevron (leia mais aqui), defendendo também a abertura do pré-sal a firmas estrangeiras.
Com o fim do chamado 'terceiro turno', encerrado depois que o jurista Miguel Reale Jr. se negou a assinar um parecer pró-impeachment encomendado pelo PSDB (saiba mais aqui), o Brasil poderá, aos poucos, retomar certa normalidade. No governo federal, a aposta para reativar a economia é um pacote de concessões que pode chegar a R$ 150 bilhões (leia aqui). A isso, somam-se os acordos de leniência com as construtoras, que poderão voltar a trabalhar e a retomar contratações.
No entanto, nada é tão importante quanto a Petrobras. Nas últimas semanas, a empresa obteve financiamentos do Banco de Desenvolvimento da China, de três bancos nacionais (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Bradesco) e também manteve sua classificação de risco. Caso o mercado internacional de petróleo se normalize, como já ocorreu com o minério de ferro, que fez as ações da Vale dispararem 30% na última semana, a Petrobras poderá ter melhoras significativas em suas condições financeiras.
Num cenário hipotético, imagine o que Dilma poderá dizer, ao final de seu mandato, caso o Brasil consiga se transformar num grande exportador de petróleo, gerando mais divisas para o País. Impossível? Pois a Shell decidiu pagar US$ 70 bilhões pelas operações da BG no Brasil apostando que, assim, poderá multiplicar por dez sua produção de petróleo até o fim da década.
"O Brasil é o país mais excitante para o mercado de petróleo no mundo", disse Ben van Beurden, executivo-chefe da Shell, que se encontrou com a presidente Dilma na última semana. Quem é do ramo sabe que o Brasil está sentado sobre um mar de óleo e gás. Caso essa riqueza se materialize, Dilma poderá terminar seu mandato numa condição que hoje parece inimaginável.

Parto Forçado: Casal de Guarda-Mor processa Hospital São Lucas por morte de filha

A conselheira tutelar Marli Ferreira Martins e seu marido Fernando Ferreira de Souza estão processando o Hospital São Lucas, de Patos de Minas, pela morte da filha recém nascida, Maria Fernanda, ocorrida no último dia 8 de março. O casal, que mora em Guarda-Mor, denuncia negligência do obstetra responsável pelo parto, Dr. Luiz Carlos de Souza, e acusa o hospital de irresponsabilidade no atendimento a gestante.
         O fato aconteceu no dia 18 de janeiro quando Marli sentiu-se mal por volta das 7 horas da manhã e procurou o Hospital Municipal de Guarda-Mor, recebendo atendimento do médico Jonathan Fusco. Ao analisar a situação da gestante, o médico constatou a necessidade de uma cesariana e a encaminhou para o Hospital São Lucas com agendamento de internação pelo SUS. Dr. Jonathan inclusive acompanhou a paciente na ambulância que a transportou para Patos de Minas.
         Marli chegou ao Hospital São Lucas as 11h30m, sendo atendida e levada para um quarto, onde recebeu os cuidados de enfermeiras. Dr. Luiz Carlos, que deveria estar de plantão, só chegou ao hospital por volta das 15 horas, quando recomendou aplicação de soro e medicamento na paciente e foi embora. “A minha bolsa já havia rompido e, com o efeito do medicamento, eu comecei a sentir dores e contrações”, conta Marli.
         Dr. Luiz Carlos somente retornou ao hospital às 18 horas, quando fez o exame de toque na gestante e constatou que o bebê estava sentado, mas disse que faria o parto normal. “Ele falou que iria telefonar para o anestesista e eu pedi a ele para falar com o meu marido que estava na portaria do hospital, porque a gente poderia pagar pela cesariana”, diz a paciente. Marli afirma que o médico ignorou o seu pedido e ainda a perguntou, com arrogância, se ela tinha mesmo 6 mil reais para pagar a cesárea.
          A paciente foi levada para a sala de parto somente às 8 horas da noite, quando teve início um procedimento complexo e doloroso que colocou em risco a vida da mãe e causou fratura de crânio na criança. Após o nascimento, o bebê foi levado às pressas para a UTI Neonatal, onde ficou um mês e oito dias em estado vegetativo, antes de falecer. “O médico fez um parto forçado que provocou a morte da minha filha”, desabafa Marli.
         Quem conta a pior parte desta história é o marido de Marli, que ficou todo o tempo na recepção do Hospital São Lucas sem saber do drama vivido pela mulher. “Todas as vezes que eu pedia informações a recepcionista ela dizia que estava tudo bem. Não me informaram nem que o médico não estava no hospital na hora em que minha esposa foi internada”, revela Fernando. A maior revolta dele foi saber, posteriormente, que o hospital não tinha anestesista de plantão naquele dia, fato que teria levado Dr. Luiz Carlos a insistir na realização do parto normal, quando o indicado era a cesariana.
         Por telefone, o próprio anestesista do hospital Dr. José Maria de Matos afirmou para Fernando que não estava de plantão e se encontrava em uma festa de reis na localidade de Capelinha do Chumbo. “Se eu fosse avisado antes que não havia anestesista de plantão, teria tirado minha mulher de lá e levado para outro hospital, porque eu tinha como pagar seis mil reais por uma cesárea”, reclamou Fernando, que trabalha como gerente de produção agrícola.

         Ao ser avisado que o Hospital São Lucas seria processado, o seu diretor, Dr. Sérgio Piau Vieira, esquivou-se da responsabilidade da instituição, mas admitiu a negligência do médico e do anestesista. Ele afirmou que Dr. José Maria estava realmente escalado para o plantão, mas não compareceu ao trabalho, fato que Dr. Luiz Carlos deveria ter informado a direção do hospital para que fossem tomadas as medidas cabíveis. “As justificavas deles não me importam. Nossa filha morreu e eles merecem ser punidos para que este tipo de coisa não aconteça também com outras famílias”, concluiu Fernando. 

Padre bebe, tenta escapar de blitz, bate em moto da PM e é preso



O padre Erli Lopes Cardoso, de 41 anos, que atua na Paróquia Nossa Senhora da Divina Providência, na Pampulha, foi preso na madrugada deste sábado por dirigir embriagado e provocar um atropelamento no Bairro Ouro Preto, Região Noroeste de Belo Horizonte. De acordo com informações da polícia, o padre tentou escapar de uma blitz da Lei Seca que ocorria na região e entrou na contramão da Rua Brasileia, onde bateu em uma moto da Polícia Militar (PM). O soldado que pilotava a viatura atingida estava sinalizando a via em razão da blitz, que estava sendo realizada na Avenida Fleming. O militar não se feriu porque pulou da moto antes da batida. Padre Erli foi submetido ao teste de bafômetro, que apontou 0,44 mg/l de álcool no sangue, o que é considerado crime de trânsito. Com isso, além de preso, o religioso será submetido a processo administrativo com suspensão da carteira de habilitação.

PERISCÓPIO: Questionada a diplomacia do Chefe de Gabinete